As forças de segurança de Minas Gerais entraram em greve para pressionar o Governo do Estado a pagar a recomposição salarial para a categoria. Nesta quinta-feira (24/02), a 7ª Delegacia de Polícia Civil de Presidente Olegário aderiu ao movimento.
As cidades que fazem parte da 7ª Delegacia de Presidente Olegário, como Lagamar e Lagoa Grande, por exemplo, aderiram ao movimento grevista e realizam a “operação tartaruga”, ou seja, com funcionamento somente dos serviços essenciais. Referente a vistorias de veículos, somente 30% das vistorias agendadas serão realizadas por dia. Registro de ocorrência somente entre as 14h as 17h.
A Manifestação envolve também a Polícia Militar de Minas Gerais, com isso, apenas flagrantes e ocorrências de urgência estão tendo andamento. Os agentes de segurança alegam que têm um acordo com o Governo de Minas Gerais para o pagamento da recomposição salarial em três parcelas, mas que apenas uma foi paga ainda no ano de 2019.
Apesar da paralisação, Márcio Araújo da Silva, diretor do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol), disse que a população não ficará insegura, “Os senhores não estarão desamparados. Em caso de crimes violentos, crimes graves, a polícia irá sim atuar com toda a proatividade necessária”, disse Márcio Araújo.








